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jeff william
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Eu quero ganhar dinheiro de verdade!
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Iniciou esta discussão. Última resposta de Thesco Oliveira 13. Out, 2007.

O assédio moral nas empresas! Qual a sua opinião?
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Iniciou esta discussão. Última resposta de Iris Freitas Duarte 8. Out, 2007.

 

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Informações do Perfil

Cidade | Estado:
sao paulo
Relacionamento:
Casado
Interesses Profissionais:
Parceiros Comerciais e prospecção de novos clientes e colaboradores.
Site/Blog Pessoal:
http://www.ipromarket.com.br
Área que Atua:
Consultoria Empresarial nas áreas de gestão organizacional, qualidade, marketing e liderança.
Empresa que Trabalha:
PROMARKET INTELLIGENCE MANAGEMENT
Posição:
Diretor e Consultor Empresarial
Descrição do que faz:
Consultoria empresarial, ministro cursos e palestras de diversos temas, participo de uma agencia de publicidade, sou idealizador do Clube Vida e Saúde, além de atualmente desenvolver o Guia Brasileiro de Saúde e Bem-Estar (mídia impressa e online) edição 2008 para a OMS, sou diretor do Instituto Promarket.
Descrição da Empresa:
O Instituto contempla soluções globais em consultoria empresarial, atua no setor de pesquisa e desenvolvimento de mercado, planejamento de marketing e vendas, e desenvolve e ministra diversos cursos empresariais.
Site da Empresa:
http://www.ipromarket.com.br
Histórico Profissional:
Jeff Williams - Consultor de empresas com 14 anos de experiência nas áreas de gestão organizacional, marketing estratégico e gestão de vendas, palestrante e colaborador de organismos nacionais e internacionais. Foi Presidente de Marketing da ABRADIC – Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Industria e Comércio, membro do IBCO – Intituto Brasileiro de Consultores Organizacionais, membro da ABVED – Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta, membro da ABEMD – Associação Brasileira de Empresas de Marketing Direto, especialista em Change Management (Gestão da Mudança), Gestão Estratégica, Marketing Multinivel, Developer em TPS (Total Performance Scorecard) e Gestão do Corportamento Humano e Mercado. Atuou como executivo e líder de empresas nacionais e multinacionais, Consultor pela AGC INTERNATIONAL nas áreas de start up. Formação em Administração, pós-graduado em Comunicação com o Mercado pela ESPM, MBA em Gestão Empresarial pela FGV e mestrando em Gestão da Inovação nos Negócios e Liderança Global pela Azuza Pacific University, CA – EUA.
Escolaridade:
Pós - Doutorado

Artigos


A Pequena Vendedora de Fósforos

Que frio tão atroz! Caía a neve, e a noite vinha por cima. Era dia de Natal. No meio do frio e da escuridão, uma pobre menina passou pela rua com a cabeça e os pés descobertos.

É verdade que tinha sapatos quando saiu de casa; mas não lhe serviram por muito tempo. Eram uns tênis enormes que sua mãe já havia usado: tão grandes, que a menina os perdeu quando atravessou a rua correndo, para que as carruagens que iam em direções opostas não lhe atropelassem.

A menina caminhava, pois, com os pezinhos descalços, que estavam vermelhos e azuis de frio, levava no avental algumas dúzias de caixas de fósforos e tinha na mão uma delas como amostra. Era um péssimo dia: nenhum comprador havia aparecido, e, por conseqüência, a menina não havia ganho nem um centavo. Tinha muita fome, muito frio e um aspecto miserável. Pobre menina! Os flocos de neve caiam sobre seus longos cabelos loiros, que caiam em lindos caracóis sobre o pescoço; porém, não pensava nos seus cabelos. Via a agitação das luzes através da janela; sentia-se o cheiro dos assados por todas as partes. Era dia de Natal, e nesta festa pensava a infeliz menina.

Sentou-se em uma pracinha, e se acomodou em um cantinho entre duas casas. O frio se apoderava dela, e inchava seus membros; mas não se atrevia a aparecer em sua casa; voltava com todos os fósforos e sem nenhuma moeda. Sua madrasta a maltrataria, e, além disso, na sua casa também fazia muito frio. Viviam debaixo do telhado, a casa não tinha teto, e o vento ali soprava com fúria, mesmo que as aberturas maiores haviam sido cobertas com palha e trapos velhos. Suas mãozinhas estavam quase duras de frio. Ah! Quanto prazer lhe causaria esquentar-se com um fósforo! Se ela se atrevesse a tirar só um da caixa, riscaria na parece e aqueceria os dedos! Tirou um! Rich! Como iluminava e como esquentava! Tinha uma chama clara e quente, como de uma velinha, quando a rodeou com sua mão. Que luz tão bonita! A menina acreditava que estava sentada em uma chaminé de ferro, enfeitada com bolas e coberta com uma capa de latão reluzente. Luzia o fogo ali de uma forma tão linda! Esquentava tão bem!

Mas tudo acaba no mundo. A menina estendeu seus pezinhos para esquentá-los também, mas a chama se apagou: não havia nada mais em sua mão além de um pedacinho de fósforo. Riscou outro, que acendeu e brilhou como o primeiro; e ali onde a luz caiu sobre a parede, fez-se tão transparente como uma gaze. A menina imaginou ver um salão, onde a mesa estava coberta por uma toalha branca resplandecente com finas porcelanas, e sobre a qual um peru assado e recheado de trufas exalava um cheiro delicioso. Oh surpresa! Oh felicidade! Logo teve a ilusão de que a ave saltava de seu prato para o chão, com o garfo e a faca cravados no peito, e rodava até chegar a seus pezinhos. Mas o segundo fósforo apagou-se, e ela não viu diante de si nada mais que a parede impenetrável e fria.

Acendeu um novo fósforo. Acreditou, então, que estava sentada perto de um magnífico nascimento: era mais bonito e maior que todos os que havia visto aqueles dias nas vitrines dos mais ricos comércios. Mil luzes ardiam nas arvorezinhas; os pastores e pastoras pareciam começar a sorrir para a menina. Esta, embelezada, levantou então as duas mãos, e o fósforo se apagou. Todas as luzes do nascimento se foram, e ela compreendeu, então, que não eram nada além de estrelas. Uma delas passou traçando uma linha de fogo no céu.

-Isto quer dizer que alguém morreu - pensou a menina; porque sua vovozinha, que era a única que havia sido boa com ela, mas que já não estava viva, havia lhe dito muitas vezes: "Quando cai uma estrela, é que uma alma sobe para o trono de Deus".

A menina ainda riscou outro fósforo na parede, e imaginou ver uma grande luz, no meio da qual estava sua avó em pé, e com um aspecto sublime e radiante.

-Vovozinha! - gritou a menina. - Leve-me com você! Quando o fósforo se apagar, eu sei bem que não lhe verei mais! Você desaparecerá como a chaminé de ferro, como o peru assado e como o formoso nascimento!

Depois se atreveu a riscar o resto da caixa, porque queria conservar a ilusão de que via sua avó, e os fósforos lhe abriram uma claridade vivíssima. Nunca a avó lhe havia parecido tão grande nem tão bonita. Pegou a menina nos braços, e as duas subiram no meio da luz até um lugar tão alto, que ali não fazia frio, nem se sentia fome, nem tristeza: até o trono de Deus.

Quando raiou o dia seguinte, a menina continuava sentada entre as duas casas, com as bochechas vermelhas e um sorriso nos lábios. Morta, morta de frio na noite de Natal! O sol iluminou aquele terno ser, sentado ali com as caixas de fósforos, das quais uma havia sido riscada por completo.

-Queria esquentar-se, a pobrezinha! - disse alguém.

Mas ninguém podia saber as coisas lindas que havia visto, nem em meio de que esplendor havia entrado com sua idosa avó no reino dos céus.
Hans Christian Andersen

02/10/2007 20:41

Mundo acredita no boca-a-boca; Brasil é o que mais confia em publicidade
Felipe Cirelli
Consumidores mundiais ainda depositam maior confiança na propaganda feita por meio do boca-a-boca. Pelo menos é o que diz um recente estudo feito pela Nielsen global, à contramão da tendência de expansão das multiplataformas de publicidade. A pesquisa, realizada com 26.486 usuários de internet de 47 países diferentes da Europa, Ásia, Américas e Oriente Médio, tem o objetivo de verificar as atitudes dos consumidores com relação aos tipos de propaganda – de um convencional anúncio de jornal ou filme de TV aos websites institucionais e os conteúdos gerados por consumidores.

O estudo aponta os brasileiros e os filipinos como os que mais crêem na publicidade em geral (67%; dois em cada três participantes), enquanto os dinamarqueses (28%), os italianos (32%), os lituânios (34%) e os alemães (35%) estão entre os que menos confiam.

Crença na publicidade em geral:

MAIS
Brasileiros – 67%
Filipinos – 67%
Mexicanos – 66%
Africanos do sul – 64%
Taiwaneses – 63%

MENOS
Alemães – 35%
Lituânios – 34%
Italianos – 32%
Dinamarqueses – 28%

A pesquisa também descobriu que, embora as novas plataformas como a internet estejam começando a equiparar com as mídias mais habituais em termos de faturamento, os canais de comunicação clássicos continuam tendo a confiança do público em geral. Anúncios em jornais estão em segundo na confiança mundial, com 63%, e a televisão, as revistas e os rádio detêm mais de 50% de aceitação. Tais formatos se saem melhor na América Latina e pior no Leste Europeu, no Oriente Médio e na África.

Confiança nas formas de comunicação:

Boca-a-boca – 78 %
Jornais – 63%
Opiniões de consumidores postadas on-line – 61%
Web sites de marcas – 60%
Televisão – 56%
Revistas – 56%
Rádio – 54%
Patrocínios à marcas – 49%
Newsletters – 49%
Anúncios que antecedem filmes – 38%
Links patrocinados – 26%
Anúncios textuais em celulares – 18%

Apesar do boca-a-boca encabeçar a lista das formas mais confiáveis, o estudo da Nielsen percebeu diferenças significativas entre as diversas nacionalidades e regiões. No Brasil, os anúncios de jornais chegam a 83% de confiança, enquanto o boca-a-boca (primeiro no geral) fica atrás, com 81%. Os também tradicionais anúncios em revistas conseguem a confiança de 80% dos brasileiros, sendo que a média das nações nesse meio é de 56%. A propaganda nas rádios também é muito mais aceita entre os brasileiros. Enquanto a média mundial é de 54%, no Brasil a porcentagem chega a 75%.

O boca-a-boca é muito requisitado na Ásia. Seis dos dez mercados que aparecem entre os mais confiáveis estão nessa região, incluindo Hong Kong (93%), Taiwan (91%) e Indonésia (89%). Do outro lado do mapa, na Europa, a confiança nesse tipo de comunicação diminui, sobretudo na Dinamarca (62%) e na Itália (64%).

Os dez países que mais confiam no boca-a-boca e os que menos acreditam:

MAIS
Hong Kong – 93%
Taiwan – 91%
Indonésia – 89%
Índia – 87%
Coréia do Sul – 87%
Filipinas – 86%
Irlanda – 84%
México – 84%
Emirados Árabes Unidos – 84%
Nova Zelândia – 83%

MENOS
Hungria – 68%
Letônia – 68%
Lituânia – 64%
Itália – 64%
Dinamarca – 62%

A confiança nas opiniões postadas on-line, que aparece na terceira posição, com 61%, também varia mundo afora, atingindo seu pico na América do Norte (66%) e na Ásia (62%). Entre os países, esse quesito é mais confiável na Coréia do Sul (81%) e em Taiwan (76%), e menos na Finlândia, com somente 35%. No Brasil, os comentários on-line e os blogs aparecem entre os últimos em confiança, com 55%.

Países que mais e menos confiam nas opiniões on-line:

MAIS
Coréia do Sul – 81%
Taiwan – 76%
Índia – 73%
Filipinas – 72%
Polônia – 72%

MENOS
Itália – 47%
Chile – 47%
Estônia – 46%
Lituânia – 46%
Finlândia – 35%

Por outro lado, os brasileiros ocupam a primeira colocação entre os países que confiam nas newsletters via e-mail. Aqui, a porcentagem chega a 79%, contra os 49% mundiais.

Apenas o conteúdo gerado pelo consumidor e os websites das marcas são confiáveis por mais da metade dos consumidores gerais. Os links patrocinados e os banners, junto com os anúncios textuais dos celulares, ficaram no final da lista, com menos de 35% do total de participantes. Regionalmente, os latino-americanos acreditam mais nesse tipo de mídia, enquanto os europeus são os que menos crêem.

No comunicado enviado pela Nielsen global, David McCallum, diretor global de serviços de pesquisas customizadas da empresa, afirma: “A recomendação de alguém continua sendo a fonte mais confiável de informação quando consumidores decidem quais produtos e serviços comprar. E apesar das novas tecnologias de mídias estarem exercendo um papel importante na sociedade globalizada, a maioria das decisões de compra ainda é baseada em atitudes fortemente ligadas à cultura nacional”.

“Dado que nada chega mais rápido do que uma má notícia – estima-se que as más experiências são relatadas na proporção de cinco para um em relação às boas – a importância de um serviço responsável e de alta qualidade oferecido ao cliente é fundamental”, completa.

Outro...

A Business Software Alliance (www.bsa.org) é a principal organização dedicada à promoção de um mundo digital seguro e legal. A BSA é a voz da indústria de software comercial do mundo e seus parceiros de hardware perante governos e no mercado internacional. Seus membros representam uma das indústrias de mais rápido crescimento do mundo. Os programas da BSA fomentam a inovação em tecnologia através de iniciativas de educação e políticas que promovem proteção de direitos autorais, segurança cibernética, comércio internacional e eletrônico. Os membros da BSA incluem Adobe, Apple, Autodesk, Avid, Bentley Systems, Borland, CA, Cadence Design Systems, Cisco Systems, CNC Software/Mastercam, Dell, EMC, Entrust, HP, IBM, Intel, McAfee, Microsoft, Monotype Imaging, PTC, SAP, SolidWorks, Sybase, Symantec, Synopsys, The MathWorks e UGS.

Blog de Jeff william

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Humor!


Lula morre, chega ao inferno e diz ao diabo :
- "Companhêro" eu sempre achei que iria para o céu...
Capeta: Lula, teu lugar é aqui no inferno.
Lula - É por causa do mensalão?
(Capeta) - Não.
L - É por ter mentido que eu não sabia de nada?
C - Não.
L - É por causa dos 10 milhões de

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Postado em 9 outubro 2007 às 18:21 ‚Äî

jeff william

Mundo Corporativo



Corporações enfrentam o desafio de compartilhar as informações sobre s

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Postado em 9 outubro 2007 às 18:16 ‚Äî

jeff william

Meu Testemunho de Vida!


Deixe aqui uma mensagem que possa edificar a vida de um amigo, de um irmão e principalmente de quem você nem imagina um dia conhecer. Dai de graça aquilo que recebes de graça. Abençoe o seu próximo com mensagens que colaborem com o crescimento e aprendizado contínuo. Sua vida será abundantemente transformada e abençoada.Continuar

Postado em 9 outubro 2007 às 16:06 ‚Äî

jeff william

Eu quero ganhar dinheiro de verdade!

Se você verdadeiramente buscava uma oportunidade para definir sua vida financeira e não sabia como?! Chegou a sua hora!!! Bote a boca no trombone e de seu grito de liberdade...

Postado em 8 outubro 2007 às 18:56 ‚Äî

jeff william

Mundo Espiritual


ESPIRITUALIDADE NAS EMPRESAS


A espiritualidade, que sempre esteve mais restrita às religiões, está hoje penetrando campos inesperados. Quando poderíamos imaginar que empresários e executivos buscassem ajuda em atividades tão diferenciadas, dentre as quais estivesse a espiritualidade? Quando poderíamos imaginar que um d

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Postado em 6 outubro 2007 às 18:25 ‚Äî

jeff william

Mural de Oportunidades!

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Postado em 6 outubro 2007 às 18:24 ‚Äî 1 Comentário

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Às 18:49 em 8 outubro 2007, jeff william disse...
Ética
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a apresentar inconsistências e dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo.

Nota: Para outros significados de Ética, ver Ética (desambiguação).
A Wikipédia possui o
Portal de filosofia
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A ética (palavra originada diretamente do latim ethica)é um campo de reflexões filosóficas que busca conhecer as relações entre os seres humanos e seu modo de ser e pensar.

Índice [esconder]
1 Doutrina
2 Estudo da ética
3 Visão
4 Ética nas ciências
5 Ver também



[editar] Doutrina
Como Doutrina Filosófica, a Ética é essencialmente especulativa e, a não ser quanto ao seu método analítico, jamais será normativa, característica esta, exclusiva do seu objeto de estudo, a Moral. Portanto, a Ética mostra o que era moralmente aceito na Grécia Antiga possibilitando uma comparação com o que é moralmente aceito hoje na Europa, por exemplo, indicando através da comparação, mudanças no comportamento humano e nas regras sociais e suas conseqüências, podendo daí, detectar problemas e/ou indicar caminhos. Além de tudo ser Ético é fazer algo que te beneficie e, no mínimo, não prejudique o "outro".

Eugênio Bucci, em seu livro Sobre Ética e Imprensa, descreve a ética como um saber escolher entre "o bem" e "o bem" (ou entre "o mal" e o mal"), levando em conta o interesse da maioria da sociedade. Ao contrário da moral, que delimita o que é bom e o que é ruim no comportamento dos indivíduos para uma convivência civilizada, a ética é o indicativo do que é mais justo ou menos injusto diante de possíveis escolhas que afetam terceiros.


[editar] Estudo da ética
A ética pode ser interpretada como um termo genérico que designa aquilo que é freqüentemente descrito como a "ciência da moralidade", seu significado derivado do grego, quer dizer 'Morada da Alma', isto é, suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto.

Em Filosofia, o comportamento ético é aquele que é considerado bom, e, sobre a bondade, os antigos diziam que: o que é bom para a leoa, não pode ser bom à gazela. E, o que é bom à gazela, fatalmente não será bom à leoa. Este é um dilema ético típico.

Portanto, de investigação filosófica, e devidas subjetividades típicas em si, ao lado da metafísica e da lógica, não pode ser descrita de forma simplista. Desta forma, o objetivo de uma teoria da ética é determinar o que é bom, tanto para o indivíduo como para a sociedade como um todo. Os filósofos antigos adotaram diversas posições na definição do que é bom, sobre como lidar com as prioridades em conflito dos indivíduos versus o todo, sobre a universalidade dos princípios éticos versus a "ética de situação". Nesta o que está certo depende das circunstâncias e não de uma qualquer lei geral. E sobre se a bondade é determinada pelos resultados da ação ou pelos meios pelos quais os resultados são alcançados.

O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: “Como devo agir perante os outros?”. Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Ora, esta é a questão central da Moral e da Ética. Enfim, a ética é julgamento do caráter moral de uma determinada pessoa.


[editar] Visão
A ética tem sido aplicada na economia, política e ciência política, conduzindo a muitos distintos e não-relacionados campos de ética aplicada, incluindo: ética nos negócios e Marxismo.

Também tem sido aplicada à estrutura da família, à sexualidade, e como a sociedade vê o papel dos indivíduos, conduzindo a campos da ética muito distintos e não-relacionados, como o feminismo e a guerra, por exemplo.

A visão descritiva da ética é moderna e, de muitas maneiras, mais empírica sob a filosofia Grega clássica, especialmente Aristóteles.

Inicialmente, é necessário definir uma sentença ética, também conhecido como uma afirmativa normativa. Trata-se de um juízo positivo ou negativo (em termos morais) de alguma coisa.

Sentenças éticas são frases que usam palavras como bom, mau, certo, errado, moral, imoral, etc.

Aqui vão alguns exemplos:

“Salomão é uma boa pessoa”
“As pessoas não devem roubar”
“A honestidade é uma virtude”
Em contraste, uma frase não-ética precisa ser uma sentença que não serve para uma avaliação moral. Alguns exemplos são:

“Salomão é uma pessoa alta”
“As pessoas se deslocam nas ruas”
"João é o chefe".




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[editar] Ética nas ciências
a principal lei ética na robótica é que:

Um robô jamais deve ser projetado para machucar pessoas ou lhes fazer mal
nas ciências:

Um assunto que é bastante polémico é a clonagem: pela ética e bom senso a clonagem só deve ser usada com seu devido controle em animais e plantas somente para estudos biológicos.


[editar] Ver também
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Ética.Metaética
Bioética
Ética na educação
Ética empresarial
Ética jornalística
Ética na Internet (Ver Internet)
Sócrates
Às 18:51 em 6 outubro 2007, jeff william disse...
Discípulos da sombra de Jesus (Caio Fábio)

Jesus nunca fez força para escrever nada em pedra, nem mesmo em tinta, e até quando se referiu ao Evangelho em relação às novas gerações, Ele disse: "Onde quer que esse evangelho for ‘contado’, isto será ‘lembrado’..." E disse: "Fazei isto em memória de mim". E afirmou: "O Espírito vos fará ‘lembrar’ de tudo o que eu vos disse...".

Ele cria mais no "arder do coração" estimulado pela revelação Dele nas Escrituras, do que em qualquer estudo da Escritura que não faça "arder o coração" pelo caminho. Ele ensinou isto no caminho de Emaús.

Os Seus primeiros discípulos não discutiam religião e nem coisa alguma acerca de Deus com Jesus. Não se vê um único apóstolo, durante o tempo em que com Ele estavam no caminho, que lhe tenha pedido alguma explicação especial acerca das Escrituras. E quando fazem a Ele alguma pergunta, sempre é do tipo: "Não dizem os anciãos...?; ou: "Dizem os fariseus..."

No mais, todas as questões deles são sobre o mundo real ou as esperanças de todos. Eles não tinham nada mais para ver, saber, observar, e seguir para além de Jesus.

Somente tempos depois da Ascensão de Jesus aos céus, e, pela necessidade de responder aos Judeus acerca de sua fé, é que usaram as Escrituras para afirmar que Jesus era o Cristo. E, ao fazerem-no, certamente apenas se lembravam de tudo aquilo que Jesus mesmo lhes expusera no caminho, ou enquanto comiam e bebiam com Ele, mostrando tudo o que a Seu respeito contava em todas as Escrituras. E isto aconteceu apenas depois que Ele ressuscitou de entre os mortos. Não antes!

Assim, os discípulos originais de Jesus não o enxergavam a partir das Escrituras, mas justamente o contrário: eles liam agora as Escrituras a partir de Jesus. Ou seja: enquanto andavam com Ele, apenas o ouviam, viam e tocavam, conforme João afirma em sua primeira epístola. E, além disso, o próprio Jesus os ensinou que primeiro tem-se que conhecer o Evangelho, que é Cristo Jesus; e, só então, as Escrituras poderão ser lidas sem fazer mal a alma. Sim, pois os fariseus e outros, as liam todos os dias, a partir dela própria; e, por isto, não a viram cumprir-se em Jesus, bem diante dos olhos deles.

Por isto, somente os não "pré-condicionados" pelas interpretações das Escrituras conforme a religião judaica, parecem ter tido menos dificuldade em Nele ter fé; mais fé do que qualquer cidadão de Israel, como o Centurião ou a Siro-Fenícia.

No entanto, quando não se tem tal entendimento, lê-se o Evangelho a partir das Escrituras como um todo; e, assim, Jesus fica dentro da camisa de força da Escritura, especialmente porque muito da Escritura, era "sombra do que haveria de vir" — e veio, em Jesus! Além disso, há ainda uma outra parte da Escrituras que já foi declarada como "obsoleta", e como algo que "caiu em desuso", conforme Paulo — que usa até termos mais fortes, ao dizer que tais coisas da carne e da justiça-própria, "morreram" —; e isso também de acordo com o escritor de Hebreus.

"Tais coisas eram ‘sombra’ do que haveria de vir" — é o que se diz.

No entanto, quando se lê o Evangelho a partir desse ‘todo da Escritura’, toda essa "sombra", continua vigente, e todas as coisas feitas "defuntas" no Evangelho e na Cruz, levantam-se de entre os mortos a fim de atormentarem as almas "cristãs".

Portanto, durante muito tempo, os discípulos seguiam assim... apenas olhando para Jesus; e, depois, apenas lembrando e vivendo conforme o ensino de vida de Jesus. Desse modo, o Evangelho ia de história em história, de testemunho em testemunho, e de muita revelação do significado do Evangelho para a pacificação do ser.

Mas quando as filosofias gregas se tornaram o método de leitura da Escritura, já tendo havido a prevalência do espírito de um híbrido cristão nascido em Jerusalém, e que era o casamento de Tiago com os sacerdotes judeus que se haviam convertido à fé, mas não haviam abandonado os "ritos antigos" — as sombras —; criou-se a oportunidade histórica para se fazer a maior subversão que já foi feita à fé genuína conforme o Evangelho.

E que subversão foi essa?

Ora, o sacerdotalismo cristão de Jerusalém estabeleceu a prioridade de se ler Jesus a partir das Escrituras, e, os doutores da Igreja, que já haviam sido cooptados pelo método grego-aristotélico, encarregaram-se de "construir um Jesus" que tem mais "da sombra" do que de Jesus. Ou seja: de Deus Encarnado em Cristo Jesus.

Assim, os doutores agora já da "igreja", crentes que o método grego era uma mediação útil a leitura das Escrituras, e, como conseqüência, ensejando a possibilidade de se sistematizar a Verdade como algo "científico", partiram para "ler Deus" a partir do todo da Escritura; ao invés de apenas crerem no que Jesus dissera: "Quem me vê a mim, vê o Pai".

A subversão mais perversa e sutil foi essa: Jesus deixou de ser a chave hermenêutica para a leitura e entendimento do espírito da Escritura; e a Escritura passou a ser o "ambiente regulamentar" das liberdades dos movimentos de Jesus; e, sobretudo, dos crentes.

Ou seja: Jesus se tornou, gradualmente, menos importante do que a "Sombra". Posto que boa parte da produção da "igreja" — ou toda ela —, do ponto de vista da ciência teológica, é algo construído tendo Jesus como Salvador, e a Sombra como agente santificador.

A Sombra virou a Moral da "Igreja"! E sua neurose também!

Ora, tudo isto parece sem importância. Porém, é isso que o diabo deseja manter como ortodoxia para a "igreja". Pois, enquanto for assim, o povo permanecerá sob "o peso de obras mortas"; visto que "o sacrifício de bodes e de touros" psicológicos, não são suficientes para fazer remissão definitiva dos pecados.

E digo isto porque o que resultou dessa perversão foi a volta existencial à "Sombra", visto que onde a "Sombra" é valorizada, Aquele que é a realização de "tudo quanto haveria de vir", Jesus, passa a ser apenas o triunfo da Sombra; posto que agora Ele apenas dá nome àquilo que Ele mesmo morreu para matar definitivamente para todos os homens.

Outro sério problema de ler Jesus a partir da Escritura, e não o contrário, é que é impossível haver unidade no Espírito no vinculo da paz.

E por quê?

Ora, é que ler a Escritura a partir de Jesus, nos faz todos ver a mesma coisa inequívoca: Jesus, conforme os evangelhos. Todavia, olhar para Jesus a partir das Escrituras, faz Jesus ter tantas faces quantas "montagens teológicas e doutrinárias" se conseguir dogmatizar ou sistematizar.

E eu lhe garanto: a partir da Escritura como um todo, e usando o método grego de dogmatização, sistematização, e lógica; pode-se construir, literal e infinitamente, qualquer coisa, qualquer Deus, qualquer Cristo, qualquer Jesus, qualquer idolo.

E a prova definitiva do que digo é a própria História de Confusão do Cristianismo!

E a razão é apenas esta: a "igreja" o vê a partir das doutrinas criadas nas Escrituras, razão pela qual Ele não tem mais face única para os Seus discípulos.

Sim, Jesus ficou preso na cadeia da hermenêutica, refém de doutrinas, e encastelado no edifício teológico do híbrido judaico-cristão-grego-aristotélico.

Ora, isto faz com que aquilo que deveria ser o Corpo de Cristo, vivendo em amor e unidade, surja como uma Besta de muitas caras e chifres, e que vive e se alimenta de ódio e dês-afinidade fraterna.

Nele, em Quem me sinto autorizado a dizer o que digo,

Caio

fonte: www.caiofabio.com
 
 

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